Obrigada pela visita

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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Maria Lopes e Cultura.

Que todos os amigos, visitantes e seguidores tenham uma 

                        Excelente Quarta - Feira. 

Não existe nada melhor do que um Dia atrás do Outro

Vamos que Vamos porque amanhã já é Quinta - Feira. 

                                 https://www.giulianaflores.com.br/fascinio-de-rosas-vermelhas/p13527/



https://youtu.be/AXx5kl0lFIY


https://youtu.be/t3MTWLr7-SE

sábado, 28 de abril de 2018

maria Lopes e Cuturas

INDÍGENAS DENUNCIAM CORTE DE BOLSAS E ABANDONO DA EDUCAÇÃO DIFERENCIADA EM REUNIÃO COM MINISTRO



Lideranças indígenas, entre professores e estudantes, foram recebidos, anteontem (25), no Ministério da Educação (MEC) pelo ministro Rossieli Silva, para reivindicar seu direito à educação diferenciada. A reunião ocorreu durante o Acampamento Terra Livre (ATL) 2018, que reuniu mais de 3 mil indígenas, no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília. A mobilização começou na segunda e terminou hoje (27/4).
Os indígenas denunciaram o corte e atraso nas bolsas para o ensino superior. De acordo com eles, mesmo com o acesso às universidades garantido por meio das políticas de cotas, a permanência de indígenas em cursos de graduação e pós-graduação não está assegurada por causa do problema.   
Silva comprometeu-se a receber, em maio, uma comissão de lideranças para tratar do tema. “Realmente, nós vivemos em um período de cortes. Vou me debruçar, pessoalmente e especialmente, sobre a questão do bolsa permanência”, afirmou o ministro. Técnicos do ministério justificaram que os que atrasos na entrega das bolsas de permanência seriam decorrência da desatualização nos cadastros dos alunos.
O problema das bolsas é particularmente grave para os indígenas, tendo em vista os gastos com moradia, alimentação e transporte que precisam arcar nas cidades.  É preciso permanecer anos longe de casa, com pouco ou nenhum auxílio, em meio a uma cultura diferente, até a conclusão dos cursos para, finalmente, voltar para suas comunidades de origem e conseguir trabalhar com seu povo.         
“A universidade não está preparada de todas as formas para nos ensinar, até mesmo para nos receber. Não está preparada para entender as formas com que os indígenas pensam” diz Luana Kumaruara, do Pará. Estudante de antropologia na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). “Sem dinheiro, não tem como o indígena se manter na cidade”, conta. A UFOPA conta com mais de 400 alunos indígenas,
A reunião com o ministro foi convocada pelo GT de Educação do ATL e tratou ainda de pautas como autonomia na elaboração dos Projetos Político-Pedagógicos (PPPs) e falta de estrutura na educação básica nas aldeias.
“Na educação básica, o dinheiro muitas vezes chega nas cidades, mas é desviado pelas prefeituras”, explicou Tuira Kayapó.
Os indígenas exigem ter mais voz na elaboração dos PPPs, que muitas vezes já vem prontos do MEC. A participação das comunidades neste planejamento pode garantir, entre outras pautas, um calendário indígena diferenciado, reforçam os indígenas. 
Construções de edificações escolares pela metade, dinheiro de merenda desviado, falta de energia elétrica e transporte precarizado também foram denunciados pelas lideranças. Elas lembraram ainda que as escolas não atendem as necessidades e peculiaridades de cada povo.
Edileuda Shanenawa, professora do ensino básico no Acre, alerta que o governo quer “colocar nosso conhecimento no nível ocidental”. A professora defende que é preciso aprender o português para entrar no mundo dos brancos, mas que ainda assim é preciso respeitar o direito dos povos indígenas à educação diferenciada, com materiais didáticos específicos. “Não queremos o livro que vem do MEC, queremos nosso próprio material”, completa a representante da Organização dos Professores Indígenas do Acre (Opiacre)

segunda-feira, 26 de março de 2018

A higiene das mãos diminui o risco de infecções e evita e disseminação de bactérias, vírus e fungos.


A higiene das mãos diminui o risco de infecções e evita e disseminação de bactérias, vírus e fungos.


http://www.accamargo.org.br/saude-prevencao/artigos/por-que-a-higiene-das-maos-e-importante/29/

Uma das maneiras mais fáceis e eficazes de prevenir qualquer tipo de infecção é lavar as mãos de forma adequada. A higiene das mãos diminui o risco de infecções e evita e disseminação de bactérias, vírus e fungos.


Como fazer a higiene das mãos?


É muito simples. Use água e sabão líquido ou produtos que dispensam o uso de água, como o álcool gel. É importante a fricção de toda a superfície das mãos e punhos para remover toda a sujeira e os microrganismos que a gente não vê, mas estão lá.

domingo, 11 de junho de 2017

Miningite - Palestrante Dr. Mauro Pessoa.


Miningite  - Palestrante Dr. Mauro Pessoa.

"Cada segundo que se ganha contra o tempo mais  chances de se tratar a Miningite".


A proposta do blog neste momento é registrar a palestra ocorrida no dia 10/06  tendo em vista estar sendo editado um vídeo de cobertura que  estará disponível brevemente na web.
Dr.Mauro Pessoa  no Espaço Médico ministrou palestra sob o título "Meningite" com o intuito de levar ao público os mais variantes  modos de manifestação no organismo humano.
Explicou como decorre a transmissão e o  período de cuidados no enfrentamento da doença. 
Demonstrou como um familiar poderá apesar de leigo sobre o assunto perceber traços de possível identificação do surgimento da meningite por simples exercícios que se solicita que a criança realize dentre os quais o movimento rotatório do pescoço, a observação da moleira nas menores principalmente, vômito em jato e manchas avermelhadas na pele. 
Obs: Dr. Mauro Pessoa no decorrer da palestra exemplificou todos os modos de se observar a criança que por ventura a família esteja com a preocupação de estar sob a suspeita  de Meningite.

Nestes casos a corrida é contra o tempo, febre alta, a criança chora desesperadamente, vômito em jato, manchas vermelhas na pele, moleira abaulada (estes são apenas umas das possibilidades de manifestação da meningite e a criança ou adulto deve ser levado  imediatamente ao Hospital ou UPA próximo a sua residência.
A cada segundo que se ganha mais chance de se tratar a Miningite. 

Discorreu também sobre todos os tipos de vacinas, idades e as devidas repetições das quais se fazem necessárias a manutenção em dia da carteirinha de vacinação das crianças .
Se por ventura ocorrer dúvida quanto a atualização dirija-se ao posto de saúde mais próximo de sua residência e solicite uma orientação.
Procure sempre a orientação com o médico que acompanha a criança. 
Algumas questões são recorrentes, qual vacina pode ser ou não aplicada ,  pode ou não ser ministrada mais de uma vacina? 
Não deixe as dúvidas para serem resolvidas numa próxima companha de vacinação.
O pediatra que acompanha a criança é o profissional que deverá orientar sobre as possíveis dúvidas e qual a melhor forma de manter a criança imunizada. 
Por gráficos estáticos Dr. Mauro Pessoa demonstrou todos os tipos de vacinas aplicadas e o resultado positivos alcançados com o cuidado para como as campanhas na rede pública (Municipal, Estadual e Federal) ao longo dos anos.
Explicou também sobre o cuidado e atenção que a área médica tem na observações de possíveis doenças tendo como objetivo o desenvolvimento de novas vacinas para possíveis campanhas de prevenção. 
A palestra foi avaliada como ótima pelo público presente composto basicamente de familiares.
Doutor Mauro Pessoa respondeu a todas os questionamentos dos presentes o que tornou a palestra mais dinâmica e interessante.
Falou sobre a Campanha da Vacina da Gripe sua abrangência e cobertura como prevenção de outras doenças que se manifestam a partir do aparelho respiratório. 
Em momento de descontração comentou sobre o brasileiro ser considerado o beijoqueiro prática corriqueira principalmente entre os adolescente e jovens e a necessidade de também serem vacinados contra a gripe.   
Comentou também sobre o site do Ministério da Saúde onde consta ainda haver vacinas de gripe   disponíveis nos Postos de Saúde em alguns Municípios do Estado do Rio de Janeiro.

"Com o fim da campanha de vacinação contra a gripe, a Secretaria de Saúde do Estado liberou a vacinação para pessoas fora dos grupos prioritários em municípios que ainda possuem doses estocadas".
A imunização deve começar na segunda-feira (12) de junho de 2017.

Informem-se nos Postos de Saúde próximo a sua residência.
Mantenha-se atualizado visitando o site do Ministério da Saúde.   


Texto e Foto: Maria Lopes de Andrade.
Maria Lopes de Andrade.
Acupunturista e Homeopata
Jornalista: Reg. Prof. Nº Jornalista Reg. CPJ. 24.825 - 76 -
Acupunturista e Homeopata
Jornalista: Reg. Prof. Nº Jornalista Reg. CPJ. 24.825 - 76 -

Como colaboradora na Causa da Criança agradeço ao Dr. Mauro pela palestra sobre Miningite em nome do Fórum Popular do Direito da Criança e do Adolescente de Maricá. 




quinta-feira, 16 de junho de 2016

A saga por um BO na proteção da mulher.

  • A saga de se registrar um Boletim de Ocorrência quando se trata de violência contra a mulher.

  • A saga por um BO: os obstáculos encontrados por mulheres nas delegacias

  • Inaugurada em 1985, a 1ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), no centro de São Paulo, foi a primeira especializada em crimes contra a mulher do Brasil
Eram por volta das 10h30 da manhã de uma quinta-feira quando a funcionária pública Jussara Gomes Brasil, 41, chegou à 1ª DDM (Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher), na Sé, centro de São Paulo. Acompanhada pelos dois filhos, um de 12 e outro de 7 anos, ela saiu cedo de Mairinque, interior de São Paulo (a 75 km de São Paulo), na esperança de conseguir registrar um BO (boletim de ocorrência) contra o ex-marido.
Jussara contou que se separou em 2010, após sete anos de casamento, alguns deles marcados por episódios de agressão. "Eu apanhava por causa de um café ruim. Quase morri de tanto apanhar, mas consegui me separar. Temos a guarda compartilhada dos filhos, mas ele maltrata os dois."
Naquele ano, no Dia das Mães, ela resolveu levar os meninos para a casa dela, em Mairinque, e desde então tem sofrido ameaças. "Ele diz 'devolve ou você vai se arrepender', naquele tom, sabe? E eu sei do que ele é capaz, por isso vim aqui fazer um BO para conseguir uma medida protetiva de urgência", diz a servidora pública.
A Lei Maria da Penha, de 2006, garante à mulher o acesso à medida protetiva, que estabelece limite mínimo de distância entre vítima e agressor, assim como a suspensão da posse ou restrição do porte de armas, caso o homem possua licença para usar armas. Para que ela seja solicitada, é preciso que a mulher tenha feito um BO.
A 1ª DDM não foi a primeira delegacia que Jussara procurou. "Mairinque não tem delegacia da mulher, então fui a uma delegacia comum. O escrivão de lá é da igreja onde meu ex-marido é pastor. Sempre que vou lá ele me diz algo para não registrar o BO. Diz para eu resolver o problema 'dentro de casa'. Fui na delegacia da mulher de São Roque (cidade vizinha) e me disseram que não poderia fazer a queixa, já que o fato ocorreu em Mairinque. Aqui [na Sé] foi a mesma coisa: tenho de registrar na minha cidade."
UOL entrou em contato com a delegacia de Mairinque e foi informado que existe um cartório dentro do local que cuida apenas de casos de violência contra a mulher. Depois da publicação desta reportagem, um dos escrivães contou que Jussara conseguiu registrar o BO e já prestou o primeiro depoimento sobre a sua denúncia.
O movimento de mulheres lutou muito para que existissem delegacias especializadas no atendimento a mulheres vítimas de violência em todo o país. A primeira delas foi inaugurada em 1985, em São Paulo -- justamente a 1ª DDM, visitada por Jussara.
"Ele pressionou o Executivo com a intenção de que esse fosse um atendimento mais humano, voltado para a especificidade da violência contra a mulher. Mas essas delegacias não estão fora da sociedade, acabam reproduzindo valores que reforçam os papéis de gênero. E, por isso, é muito comum que essa mulher sofra quando chegue a uma delegacia", afirma a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da DeFEMde (Rede Feminista de Juristas)

Quantidade X qualidade

São Paulo é o Estado do país que possui a maior rede de órgãos especializados em atendimento à mulher vítima de violência. Segundo a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo), existem 132 delegacias especializadas na defesa da mulher, mas a orientação é para que todos os distritos policiais atendam as mulheres.
No entanto, relatos sobre dificuldades de registrar boletins de ocorrência e de mau atendimento por parte de agentes ainda são comuns. A jornalista Camila Caringe, 29, contou que recebeu o conselho de "tentar resolver o problema dentro de casa" de uma escrivã em uma DDM na cidade de São Paulo em julho de 2014, depois de ter sofrido ameaçadas do então marido. "A abordagem da escrivã me fez sentir culpada na primeira vez [que tentou denunciar]. Saí de lá pensando que eu que era a louca, que precisava fazer as pazes com ele."
Camila voltou meses depois na mesma delegacia, após ter tido a mão quebrada. Mesmo separada, ainda sofria ameaças de morte por parte do ex-cônjuge. "Eu tive sorte. Poderia não ter conseguindo voltar na segunda vez."
Na nova tentativa, ela conseguiu fazer o BO. "Aconteceu em um domingo, mas só consegui ir na delegacia na terça-feira. A atendente me disse: 'E você só vem agora? Não deve estar realmente preocupada'. Aquilo me deixou muito irritada e exigi falar com a delegada diretamente. Só assim consegui registrar o BO." 
A orientação da SSP-SP às mulheres que se sentirem mal atendidas por qualquer oficial dentro das delegacias, sejam elas especializadas ou não, é fazer uma queixa à Corregedoria da Polícia Civil.
Esse não é um problema que se resolve com conversa, porque não é um problema exclusivo da vítima. Tem a vizinha dela que sofre o mesmo problema, outra mulher na família, no trabalho, é um problema estrutural. Há milhares de mulheres na mesma situação.
Marina Ganzarolli, fundadora da DeFEMde (Rede Feminista de Juristas)

"Não existe o policial da DDM, existe o policial"

Todo policial civil está apto a realizar qualquer tipo de atendimento. O posicionamento é da SSP-SP, que informa que todo o policial civil que está na Academia de Polícia estuda disciplinas como direitos humanos, polícia comunitária, atendimento ao público, direito e criminalística, "que o tornam apto para realizar um atendimento direcionado à mulher vítima de violência".
No entanto, segundo a pesquisadora Beatriz Accioly Lins, do Numas (Núcleo de Estudos dos Marcadores Sociais da Diferença) da USP (Universidade de São Paulo), não há um treinamento específico direcionado ao profissional que vai atuar em DDMs.
Ela passou dois anos estudando o funcionamento de delegacias especializadas na defesa da mulher e a aplicação da Lei Maria da Penha. "Não existe o policial da DDM, existe o policial. Ele pode estar ali na DDM e receber uma notificação para trabalhar em outro distrito policial. Há uma instabilidade no atendimento que atinge, principalmente, o escrivão e o investigador que está ali na ponta", afirma.
Na quinta-feira em que Jussara foi atendida na 1ª DDM, um dos funcionários do local, que pediu para não ser identificado, afirmou que estava locado ali, mas que, na verdade, seu posto de origem era no 2º DP. "Falta gente para trabalhar e não abrem concurso", reclamou.
Essa rotatividade, aliada à ausência de um treinamento mais direcionado, acaba tirando do posto um policial que acabou aprendendo no dia a dia a dinâmica do atendimento à mulher, segundo especialistas.
As DDMs sofrem com a precarização que acontece na polícia de âmbito geral, sobretudo de cargos mais baixos, que são as pessoas que atendem essas mulheres. Falta pessoal, eles estão sobrecarregados, faltam materiais.
Beatriz Accioly Lins, pesquisadora

Dificuldades desencorajam vítimas

O horário de funcionamento é outro problema. As DDMs funcionam apenas de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. "Nos primeiros anos, as DDMs funcionavam 24 horas. Há o argumento de que a violência acontece no fim de semana, à noite, e essa mulher, que é vítima, precisa ir a uma delegacia comum, onde, em tese, deveria receber o mesmo atendimento. Mas, se as DDMs têm dificuldades, imagina a delegacia comum", afirma Beatriz Lins.
Naquela manhã de quinta-feira, quando Jussara foi atendida, havia apenas uma mulher trabalhando na 1ª DDM: a delegada. A SSP-SP foi questionada sobre a quantidade de homens e mulheres que trabalham nessas especializadas, mas oUOL não obteve resposta da pasta.
"É preciso que haja mais mulheres nessas instituições, não só na delegacia, mas nos órgãos do Judiciário. As mulheres reproduzem essa cultura machista, mas ter uma mulher já faz uma diferença", afirma a advogada Marina Ganzarolli, uma das fundadoras da DeFEMde (Rede Feminista de Juristas).
Segundo ela, as dificuldades não se restringem apenas à delegacia. "Uma juíza me contou que, durante uma audiência sobre um caso de violência contra uma prostituta, o advogado de defesa virou e falou para a testemunha da vítima: 'A senhora sabe a profissão da vítima?'."
Essa cultura da culpabilização não está apenas na delegacia, mas em todas as estruturas do Judiciário
Para a especialista, esse tipo de comportamento desencoraja a mulher a denunciar e judicializar o processo. "Ela pensa que não vai dar em nada se denunciar, que vai ser a palavra dela contra a dele, vai reviver a violência, vai ser exposta, culpabilizada", afirma Marina.
De acordo com dados da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180, no ano passado foram registradas 76.651 denúncias, o que representa um caso de violência contra mulher a cada sete minutos no Brasil, em 2015. As ocorrências específicas de violência sexual somaram 3.478 relatos. No país, foram 9,5 estupros por dia. "Mas as dificuldades enfrentadas por essas mulheres com certeza geram subnotificação nos casos de violência", acredita.

"O policial não é um alienígena"

Beatriz Accioly Lins afirma que foram poucos os casos que acompanhou em que houve problemas para realização do BO nas delegacias pesquisadas. Mas afirma que essa cultura de achar que a violência contra a mulher é um assunto a ser revolvido "dentro de casa" tem mudado dentro da polícia, principalmente por causa da Lei Maria da Penha.
"Ela (a lei) mudou muito o trabalho dos policiais, porque agora existe uma legislação clara que diz exatamente o que é crime, que não é uma questão de briga de marido e mulher. Vejo que tem mudado, mas que é um longo caminho a ser percorrido, como na sociedade, afinal o policial não é um alienígena", afirma.
Marina Ganzarolli acrescenta que a delegacia "não está apartada da sociedade", mas dentro dela, reproduzindo seus valores. "Homens e mulheres são ensinados desde pequenos que possuem papéis diferentes. Essa desigualdade se expressa na esfera salarial, ausência de mulheres em cargos de liderança, na política. A violência contra a mulher é a expressão máxima dessa desigualdade.
"http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/06/09/problema-nao-e-numero-de-delegacias-mas-atendimento-prestado-a-mulher.htm